A Plaenge

Três décadas contribuindo para a evolução de Campo Grande

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    A Plaenge contribui para o desenvolvimento urbano por meio de iniciativas que valorizam espaços públicos, a cultura local e a relação das pessoas com a cidade.

    Construir uma cidade é um processo que envolve pensar em mobilidade, espaços de convivência, áreas verdes, paisagismo, arte, segurança, acessibilidade e, principalmente, na forma como as pessoas vivem e se relacionam com os lugares. Nesse contexto, diferentes agentes contribuem para o desenvolvimento das cidades, entre eles empresas que atuam diretamente na produção do espaço urbano e que podem colaborar para a qualificação dos locais onde estão inseridas.

    Em Campo Grande, a Plaenge acompanha o desenvolvimento da cidade há mais de 30 anos e entende que cada empreendimento passa a integrar um contexto mais amplo, formado por pessoas, espaços públicos e dinâmicas urbanas próprias que já fazem parte da história local. Essa visão orienta não apenas o desenvolvimento de seus projetos, mas também iniciativas voltadas à valorização do entorno e dos espaços compartilhados pela comunidade.

    “Quando falamos em desenvolvimento urbano, não podemos pensar apenas nos limites de um empreendimento. Cada novo projeto passa a integrar uma rua, um bairro e uma dinâmica que já existe. Por isso, entendemos que a nossa atuação faz parte de algo maior e buscamos contribuir para que a cidade continue se desenvolvendo de forma qualificada, respeitando sua identidade, e valorizando os espaços que fazem parte da vida das pessoas”, afirma Valéria Gabas, Diretora da Unidade de Negócio do Grupo Plaenge na cidade.

    Somando esforços para qualificar a cidade

    O crescimento das cidades traz desafios que demandam a participação de diferentes setores da sociedade. Poder público, iniciativa privada e comunidade têm papéis complementares na construção de ambientes urbanos mais qualificados.

    Para a Plaenge, essa contribuição começa pela compreensão de que um empreendimento não está isolado. Arquitetura, urbanismo e paisagismo podem favorecer uma melhor integração com o entorno, enquanto iniciativas voltadas aos espaços públicos podem contribuir para tornar a experiência urbana mais acolhedora para todos.

    A iniciativa privada pode ser uma parceira importante do poder público e da sociedade na construção de cidades melhores. Isso não significa substituir responsabilidades, mas somar esforços. Quando conseguimos olhar para um território de maneira mais ampla e identificar oportunidades de qualificação, podemos contribuir para que aquele espaço seja mais agradável, acessível, seguro e convidativo para as pessoas. É uma visão de longo prazo, porque estamos falando de lugares que permanecem e que passam a fazer parte da memória da cidade”, explica Valéria.

    Essa concepção está relacionada também à forma como a Plaenge entende sua presença nas cidades onde atua. O desenvolvimento de um empreendimento envolve decisões sobre arquitetura, paisagismo, mobilidade e integração com o entorno, mas também pode gerar oportunidades para intervenções que valorizem espaços de uso coletivo.

    Praça Santa Fé: qualificação do espaço público

    Um exemplo dessa atuação é a participação da Plaenge na revitalização da Praça Santa Fé, realizada por meio da iniciativa Cidade de Todos, vinculada ao Projeto Raízes. A intervenção contemplou paisagismo, arborização, pavimentação, iluminação, sinalização e acessibilidade, buscando tornar o espaço mais acolhedor para a convivência e o uso cotidiano da população.

    Mais do que uma intervenção física, a iniciativa parte do entendimento de que praças e espaços públicos desempenham um papel importante na vida urbana, favorecendo encontros, lazer, circulação e conexões entre as pessoas.

    Uma praça pode assumir diferentes significados para quem vive na cidade. Pode ser um local de passagem, um espaço de convivência ou um lugar para criar memórias. Quando contribuímos para qualificar esse ambiente, criamos condições para que ele seja mais utilizado e valorizado pelas pessoas. É esse tipo de transformação que buscamos incentivar por meio das nossas iniciativas”, destaca Yvo Pitol, Gerente de Incorporação da empresa.

    A atuação também reforça uma das premissas do Projeto Raízes, que reúne iniciativas relacionadas ao desenvolvimento social, ambiental e à relação com as comunidades onde a construtora está presente.

    Arte pública que valoriza a identidade regional

    Entre os elementos que ajudam a qualificar os espaços urbanos, a arte ocupa um papel especial. Além de integrar a paisagem, ela pode fortalecer a identidade dos lugares, estimular novas percepções sobre a cidade e criar conexões afetivas com a comunidade.

    Na Praça Santa Fé, a escultura Jaguaretê, do artista campo-grandense Marcos Rezende, reforça essa relação entre arte, identidade regional e espaço urbano. Produzida em aço corten, a obra representa uma onça-pintada, símbolo importante da fauna brasileira e especialmente associado ao Pantanal.

    O próprio nome da obra estabelece uma conexão com a cultura regional ao utilizar a palavra guarani para designar a onça-pintada. A escolha de um artista local também valoriza a produção cultural de Campo Grande.

    Para nós, era importante que a intervenção dialogasse com o lugar e com a identidade de Mato Grosso do Sul. A onça-pintada é um símbolo muito presente na cultura e na biodiversidade do nosso estado, enquanto a escolha de um artista de Campo Grande valoriza a produção cultural local. Acreditamos que a arte pode fortalecer o sentimento de pertencimento e contribuir para a construção da memória afetiva da cidade”, afirma Yvo.

    Segundo ele, a presença da arte nos espaços urbanos também contribui para ampliar a experiência de quem circula pela cidade.

    Uma obra não deve ser vista apenas como um elemento decorativo. Ela pode provocar uma reação, despertar curiosidade e criar uma referência para aquele lugar. Quando uma pessoa passa por uma praça e reconhece, associa aquele espaço a uma imagem ou a uma experiência, estamos ajudando a construir uma identidade urbana. É uma forma de deixar marcas positivas e criar conexões entre as pessoas e a cidade.

    Morar é também viver o entorno

    A atuação da iniciativa privada na construção das cidades também está relacionada a uma transformação na maneira como as pessoas escolhem onde morar.

    Hoje, a decisão sobre um imóvel envolve cada vez mais fatores que ultrapassam as características da própria unidade. Localização, mobilidade, proximidade de áreas verdes, comércio, serviços, gastronomia, espaços de convivência e qualidade do entorno fazem parte da experiência de morar.

    Essa percepção influencia diretamente a forma como a Plaenge desenvolve seus projetos. “Quando pensamos em um empreendimento, procuramos entender profundamente a região em que ele estará inserido. Não analisamos apenas o terreno, mas todo o contexto: como as pessoas vivem naquele bairro, quais são os serviços disponíveis, como é a mobilidade, quais são as áreas verdes, como aquele território está se desenvolvendo e quais são suas perspectivas. Isso nos permite criar projetos que tenham uma relação mais coerente com a cidade e com o estilo de vida das pessoas que irão morar ali”, explica Yvo.

    Para ele, a valorização do entorno também beneficia a própria cidade. “Existe uma relação muito forte entre a qualidade do empreendimento e a qualidade do território onde ele está inserido. Quando conseguimos integrar arquitetura, paisagismo, espaços de convivência e uma boa relação com a rua, contribuímos para uma experiência urbana melhor. E quando diferentes empreendimentos e agentes fazem isso de maneira responsável, o resultado pode ser percebido em uma escala muito maior, na própria transformação dos bairros.

    Uma visão de longo prazo para Campo Grande

    Ao longo de mais de três décadas em Campo Grande, a Plaenge acompanhou diferentes etapas do desenvolvimento da cidade e procurou evoluir junto com ela. Novos eixos de desenvolvimento, expansão urbana, consolidação de bairros, crescimento da oferta de serviços e mudanças no perfil dos moradores vêm modificando a dinâmica da capital sul-mato-grossense.

    Nesse cenário, a construtora entende que sua participação precisa considerar não apenas as demandas atuais, mas também os impactos de longo prazo de suas decisões.

    Uma empresa que atua no desenvolvimento urbano precisa pensar no futuro. Um empreendimento não existe por alguns anos e depois desaparece; ele permanece na cidade por décadas. Por isso, nossas decisões precisam considerar o legado que queremos deixar. Isso envolve qualidade construtiva, arquitetura, sustentabilidade, tecnologia, mas também a relação com o entorno e com as pessoas. É uma responsabilidade que assumimos porque fazemos parte da cidade e queremos continuar contribuindo para o seu desenvolvimento”, ressalta Valéria Gabas.

    Essa perspectiva também orienta as iniciativas desenvolvidas pela Plaenge por meio do Projeto Raízes, que busca ampliar o impacto social e ambiental da atuação da empresa.

    Construir cenários para novas histórias

    A discussão sobre o papel da iniciativa privada no desenvolvimento urbano aponta para uma visão mais ampla de construção. Se os empreendimentos transformam a paisagem, as empresas também podem contribuir para qualificar as relações que acontecem ao redor deles.

    Para a Plaenge, essa responsabilidade está ligada à ideia de criar projetos que dialoguem com a cidade e, sempre que possível, contribuam para melhorar a experiência urbana. “Quando falamos em construir cidades, estamos falando de criar lugares onde as pessoas possam viver, circular, encontrar outras pessoas e construir suas próprias histórias. É por isso que acreditamos que arquitetura, urbanismo, paisagismo, arte, sustentabilidade e responsabilidade social precisam caminhar juntos”, afirma a diretora.

    A revitalização da Praça Santa Fé e a presença da Jaguaretê são exemplos de como essa visão pode se materializar no espaço urbano. Mas, para a Plaenge, o compromisso é permanente e faz parte de uma trajetória que acompanha o crescimento de Campo Grande.

    Não acreditamos que exista uma única fórmula para construir cidades melhores. O que existe é a necessidade de olhar para elas com responsabilidade, entender suas características e trabalhar em conjunto. A iniciativa privada tem um papel a desempenhar, o poder público tem o seu, assim como a sociedade. Quando esses diferentes atores conseguem somar esforços, criamos cidades mais vivas, mais humanas e com mais qualidade de vida. É dessa forma que buscamos continuar fazendo parte da história de Campo Grande, contribuindo para seu desenvolvimento e para a qualidade de vida de quem vive aqui”, conclui.

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    Assessoria de Imprensa

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    Assessoria contratada e especializada em conteúdos sobre arquitetura, decoração e construção civil. Preza pela qualidade das informações divulgadas e tem interesse em compartilhar conhecimento sobre os mais diversos assuntos da área.

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