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Iniciativa da Plaenge reuniu colaboradores de diferentes níveis e áreas em uma manhã dedicada ao desenvolvimento profissional
A primeira edição do Plaenge Day reuniu colaboradores de Londrina em um encontro para refletir sobre desenvolvimento, aprendizado contínuo e os desafios de um mercado em constante transformação. O evento foi uma oportunidade de troca de experiências sobre protagonismo e construção de uma cultura de desenvolvimento voltada a profissionais de diferentes perfis e momentos de carreira.
Para Vanessa Yamamoto, gerente de Marketing da regional Londrina e uma das idealizadoras do encontro, o Plaenge Day reflete uma visão de longo prazo sobre o desenvolvimento das pessoas.
“Acreditamos que o aprendizado não acontece apenas em treinamentos formais, mas também a partir de experiências que provocam reflexão, despertam curiosidade e incentivam novas perspectivas. O Plaenge Day nasceu com o propósito de ser um espaço de inspiração, troca e desenvolvimento para nós, colaboradores do Grupo Plaenge. Investir nas pessoas é investir no futuro da empresa, e queremos continuar fortalecendo uma cultura em que aprender faça parte da jornada de cada profissional.“

Vanessa Yamamoto, gerente de Marketing da regional Londrina, conduziu o evento. Foto: Divulgação Plaenge
Para incentivar os presentes a refletirem sobre as próprias carreiras e os objetivos que querem alcançar na vida profissional, convidamos a educadora corporativa Erika Linhares, autora do livro “Gente feliz não enche o saco”. De sacoleira em Sete Lagoas (MG) a vice-presidente da TIM em São Paulo, Erika percorreu todos os níveis do mercado brasileiro, passando pelo setor público, pelo varejo e pela experiência internacional na Itália, onde consolidou conhecimentos de marketing e finanças. Aos 43 anos, fundou sua própria escola de educação corporativa para se dedicar à sua grande paixão, que é ensinar.

Luciana Siqueira, Erika Linhares e Rodolfo Sugeta. Foto: divulgação Plaenge
Ao contar a própria história, Erika criou conexão imediata com a plateia, levando ao entendimento de que liderança não é um dom inato ou um privilégio de cargo, mas uma postura a ser desenvolvida por qualquer profissional, do estagiário ao executivo. “Ninguém nasce líder, a gestão é uma habilidade que exige estudo constante”, destacou.

Erika Linhares. Foto: Divulgação Plaenge
Ela compartilhou ainda as dores que mais afetam o mundo do trabalho, da insegurança à resistência à mudança. Sua visão é que nas organizações toda relação corporativa é uma via de mão dupla. Neste contexto, o colaborador trabalha para si mesmo, para a própria dignidade e reputação. “Só o conhecimento transforma”, afirmou, ao elogiar a iniciativa da Plaenge de organizar um evento voltado à formação de sua equipe.
Trajetórias que inspiram
O Plaenge Day também abriu espaço para valorizar talentos da própria empresa. No painel “Trajetórias que Inspiram”, a gerente de engenharia da regional Londrina, Marina Gonçalves, compartilhou sua jornada na construtora, de estagiária a gerente, em entrevista conduzida pela gerente de RH Luciana Siqueira. Marina passou por funções como supervisora, engenheira residente e coordenadora, construindo uma carreira sólida na empresa. “Eu queria ter uma carreira consistente, mas eu nunca foquei muito em cargo. O importante para mim sempre foi fazer o melhor, eu acho que o crescimento vem como consequência“, afirmou.

Marina Gonçalves e Luciana Siqueira. Foto: divulgação Plaenge
Ao ser questionada sobre o maior aprendizado que a função de liderança trouxe, Marina destacou a habilidade de delegar. “Precisei aprender a confiar mais nas pessoas para extrair melhores resultados delas“, contou. Marina fez ainda um paralelo entre a maternidade e a liderança. “Para mim, a maternidade foi o melhor MBA já feito, porque você precisa aprender a lidar com o caos, com imprevistos e ter paciência. A maternidade te mostra que você não controla tudo“, afirmou.
Aprender, desaprender e reaprender
Wellington Moreira, consultor da Caput Consultoria com 26 anos de mercado, fechou a programação com a palestra “A arte de aprender, desaprender e reaprender”. Sua reflexão partiu da premissa de Alvin Toffler, que aponta a capacidade de navegar por esses três processos como definidora do sucesso profissional no mundo contemporâneo.

Wellington Moreira. Foto: divulgação Plaenge
Ele ensinou que o aprendizado corporativo significativo se divide em três fontes: 10% vem da educação formal, 20% da aprendizagem social, com trocas e mentoria, e 70% da experiência prática no dia a dia. “Passar anos fazendo a mesma tarefa de forma repetitiva equivale a ter um ano de experiência e 19 de repetição“, comparou.
O processo mais exigente, segundo Wellington, é o de reaprender, por exigir um movimento ativo para construir uma nova resposta sobre uma base que já existia, o que muitas vezes implica reconstruir a própria identidade profissional. Ele usou o exemplo do excelente técnico promovido a líder, que precisa abandonar a máxima de fazer tudo sozinho e reaprender a delegar, diálogo direto com a experiência que Marina havia contado momentos antes.

Plaenge Day. Foto: divulgação Plaenge.
O consultor encerrou elogiando a postura da Plaenge, destacando que o investimento proativo e planejado no desenvolvimento dos colaboradores revela a maturidade de uma organização que compreende o valor de preparar seus profissionais para os desafios que estão por vir.

Colaboradores Plaenge. Foto: divulgação Plaenge.
Ao final do evento, cada colaborador recebeu um cubo mágico, lançado como um desafio. A proposta era simples: escolher algo novo para aprender, exercitando a curiosidade, a persistência e a capacidade de sair da zona de conforto, habilidades cada vez mais relevantes em um cenário de constante transformação.

Desafio do cubo mágico. Foto: divulgação Plaenge.