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História, uso misto e qualidade urbana definem o bairro com o metro quadrado mais valorizado de Campo Grande.
Atravessar o tempo sem perder identidade, redefinir o conceito de centralidade urbana e seguir agregando valor ao longo das décadas é um desafio reservado a poucos territórios. Em Campo Grande, o Jardim dos Estados é um desses casos exemplares. Com o metro quadrado mais valorizado da capital — R$ 10.258, segundo a tabela FipeZap de dezembro de 2025 —, o bairro reúne história, infraestrutura consolidada e uma dinâmica urbana que traduz novas formas de viver a cidade.
A formação do Jardim dos Estados tem início oficial em 27 de novembro de 1939, com a aprovação do parcelamento Vila Jardim dos Estados, delimitado pelas ruas Bahia, Antônio Maria Coelho, Euclides da Cunha e 25 de Dezembro — núcleo que deu origem ao bairro. À época, Campo Grande ainda se estruturava a partir de loteamentos, e o conceito de bairro, como é entendido hoje, só se consolidaria décadas mais tarde.
Com o crescimento da cidade, novos parcelamentos e desmembramentos foram incorporados à área original. Esse processo culminou no reconhecimento do Jardim dos Estados como bairro pela Planurb entre o final dos anos 1980 e o início dos anos 1990, acompanhando a expansão urbana e o amadurecimento do tecido urbano da capital.

O ritmo urbano do Jardim dos Estados: serviços, vitrines e movimento em um clique de Alexandre Raupp.
Para a arquiteta e urbanista Adriana Tannus, moradora da região desde 1983, o Jardim dos Estados reúne atributos que explicam sua consolidação como uma das áreas mais completas e valorizadas de Campo Grande. Ao longo dos anos, o bairro evoluiu de um perfil predominantemente residencial para um uso misto bem estruturado, capaz de integrar moradia, comércio, serviços e lazer.

“É um bairro que cumpre muito bem seu papel urbano. Ele faz a ligação entre o centro histórico e outros bairros e, hoje, funciona como um novo centro dentro da cidade, mantendo seu charme”, avalia Adriana, conselheira federal suplente do CAU e representante do Instituto de Arquitetos do Brasil no Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano (CMDU).
Segundo ela, o uso misto é um dos grandes diferenciais da região, justamente por favorecer a mobilidade e reduzir deslocamentos no dia a dia. “É possível morar, trabalhar e ter lazer no mesmo lugar. Isso gera vitalidade urbana ao longo de todo o dia, o que é extremamente positivo”, destaca. Ruas como a Paraíba exemplificam esse movimento, transformando-se em espaços de convivência que atraem famílias, crianças e encontros noturnos, fortalecendo a sensação de segurança e pertencimento.

A qualidade ambiental também se destaca. Ruas largas, calçadas generosas, arborização e a topografia mais elevada contribuem para conforto térmico, boa ventilação e vantagens naturais em períodos de chuva. “É um bairro que entrega qualidade de vida ao unir infraestrutura, sustentabilidade e convivência. Quando a cidade reduz o tempo de deslocamento, devolve às pessoas algo essencial: tempo para viver”, pontua.
A proximidade com áreas verdes e a infraestrutura urbana plenamente consolidada completam um conjunto de atributos que fazem do Jardim dos Estados uma referência em desenvolvimento urbano equilibrado. “Bairros com vida própria tornam a cidade mais eficiente e humana”, conclui a arquiteta.
Escolha estratégica

É nesse cenário que a Plaenge encontra sentido para seus empreendimentos, desenvolvidos para quem valoriza sofisticação, funcionalidade e conexão com o melhor da vida urbana, em um dos endereços mais emblemáticos da capital.

Para o superintendente regional da Plaenge, Marcelo Kenchikoski, o Jardim dos Estados é uma escolha estratégica por reunir localização privilegiada, infraestrutura madura e alto potencial de valorização. “A presença da Plaenge no Jardim dos Estados está totalmente alinhada aos nossos valores e à forma como enxergamos a cidade”, afirma.

Nesse contexto, a incorporadora desenvolve dois empreendimentos que dialogam com diferentes estilos de vida urbanos. O Artheo, localizado no cruzamento das ruas Euclides da Cunha e Lagoas, em uma das áreas comerciais mais relevantes da capital, foi concebido para quem busca conveniência aliada à sofisticação.

“É um produto pensado para quem valoriza praticidade, mas não abre mão de qualidade e valor agregado”, explica Marcelo. Entre os diferenciais estão o rooftop com academia, o salão de festas com vista panorâmica e espaços de convivência que reforçam a proposta de viver conectado a uma ampla rede de serviços.

Já o Alameda Jardim traduz uma experiência mais residencial e familiar, alinhada à vocação histórica do bairro. Com unidades de 173 metros quadrados e três suítes, o empreendimento oferece a sensação de morar em uma casa dentro de um edifício, com ambientes amplos, sala íntima próxima aos quartos e implantação em uma área mais arborizada e tranquila, resume o executivo.

O jardim dos estados segue sendo um bairro onde a cidade se expressa com equilíbrio, entre passado e presente, entre moradia e vida urbana. É nesse diálogo que a Plaenge atua, desenvolvendo empreendimentos que respeitam o lugar, o tempo e as escolham de quem vive a cidade.