30 | março

Plaenge participa da 8ª edição do EncontrosFolha

A história da Plaenge foi destaque no EncontrosFolha, promovido pela Folha de Londrina no último dia 22 com o tema “Ética e transparência nas empresas”. O diretor Alexandre Fabian foi um dos painelistas do evento e abordou como foram definidos os valores éticos que norteiam os negócios da construtora.

Encontros Folha-capa

Alexandre Fabian, diretor da Plaenge

Durante sua apresentação, Alexandre lembrou que na época de criação da Plaenge, em 1970, o fundador Ézaro Fabian desejava criar uma empresa que atuasse de forma 100% correta, uma vez que discordava das práticas de mercado. “Essa conduta sempre ética permitiu à Plaenge crescer e chegar ao volume de negócios que temos hoje”, revela. O gestor observou que em determinada fase, com o crescimento, a diretoria sentiu necessidade de formalizar as regras do que entendia sobre ética e, em 2002, criou o seu Código de Ética interno. “O setor e os negócios estavam crescendo e precisávamos garantir a continuidade desses princípios. Fomos a primeira construtora do país a criar um documento como este, que este ano completa 15 anos de edição”, pontuou.

Dando sequência as ações nessa área, foi implantando em 2015 o Canal de Ética Plaenge, com atendimento feito por uma empresa especializada, por onde é possível denunciar irregularidades ocorridas na construtora. E uma equipe própria da Plaenge analisa cada denúncia formalizada – acompanhadas de perto por um diretor. Para manter os colaboradores sempre informados sobre o Código de Ética, internamente são apresentados vídeos, distribuídos materiais impressos, como cartilhas e gibis, e realizadas campanhas uma vez por mês nas obras.

8ª edição do EncontrosFolha

O evento em Londrina foi aberto com a palestra do professor da Isae/FGV Antônio Raimundo sob o tema “Ética um ativo empresarial”, e teve como painelista o procurador da força-tarefa da Lava Jato Carlos dos Santos Lima, além do diretor da Plaenge Alexandre Fabian, e de Marlus Arns, advogado com atuação na Lava Jato.

Em sua fala, o professor Raimundo destacou que “a justiça do Brasil custa 1,7% do PIB e não funciona bem. Na Europa custa 0,2% do PIB e funciona”. Porém, apesar do trabalho que ainda precisa ser feito, o especialista frisa que “a régua moral do país está subindo”, talvez reflexo da Lava Jato, e que as denúncias internas (de empresas) no Brasil subiram de 184 em 2014 para 268 em 2016, segundo reportagem da revista Exame.

O procurador Carlos Lima lembrou que a corrupção não é algo distante de nós, ela está presente, por exemplo, nos produtos que adquirimos no supermercado. Ele abordou a dificuldade de um empresário atuar de forma ética. Uma vez que o sistema está corrompido ele pode se tornar a vítima. E alertou também que para o cenário mudar é importante que “o exemplo venha sempre de cima para baixo”.

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Texto: Erika Zanon | Assessoria de Imprensa – Plaenge

Fotos: Bruno Ferraro

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