11 | agosto

Um ‘paizão’ amoroso

Conheça o pai Luiz Octávio Pinho, Gerente Regional de Campo Grande, pelo olhar e lembranças das filhas Daniela e Ana Carolina

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“Meu pai é o melhor pai do mundo, sempre amoroso, uma pessoa muito carinhosa, que sempre teve como prioridade a família”, assim começa o relato de Daniela Pinho sobre seu pai Luiz Octávio, Gerente Regional na Plaenge Campo Grande.

Com 23 anos, Daniela e Ana Carolina, de 17, se emocionam ao recordar os inúmeros momentos ao lado do “paizão”, como elas falam. Com várias mudanças por conta da profissão do pai, passando por Curitiba, Florianópolis, Goiânia, Brasília, Maringá, Rio de Janeiro e Campo Grande, sem mencionar os retornos em algumas das cidades e as mudanças de bairros dentro de algumas delas, as filhas lembram em como Luiz nunca abriu mão de estar com a família reunida.

“Quando estávamos saindo do Rio, vindo para Campo Grande, ele falou ‘olha, de verdade, eu quero muito agradecer vocês por estarem me acompanhando. Por estarmos indo para essa cidade nova em família. Eu sei que as vezes não é isso que vocês querem, e por isso quero muito agradecer por sempre estarem me acompanhando’. Ele falou isso porque sabia que para mim e minha irmã é muito difícil. A gente abre mão de amigos. Por isso mesmo, com todo o amor, ao chegar na nova cidade ele sempre deu todo o suporte e nunca perdeu a oportunidade de estarmos juntos”, conta a caçula Ana.B57A8069

O pai das piadas, das histórias antes de dormir e das aventuras, Luiz Octávio se tornou para as filhas sinônimo do “tudo”, do amor, da humildade, o pai orientador, presente, parceiro, amigo, engraçado, carinhoso e herói.

“Ele é um herói mesmo. É a pessoa que eu confio de olhos fechados. Eu me recordo de eu pequenininha e já topava andar na garupa da bicicleta dele sem medo. E até hoje se meu pai falar, ‘vamos andar de bicicleta’, eu vou na garupa”, diz aos risos a primogênita.

As lembranças são muitas. As compras de mercado em família que ele fazia questão, os passeios nos parques, zoológicos, a hora dos filmes, dos desenhos, do jogar bola, de comer doces e até mesmo a hora da leitura. “Na hora dele ler jornal ele me chamava para ficar com ele, e eu bebezinha ficava imitando com o jornal”, se recorda Dani.

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Das histórias mais engraçadas da entrevista: um bote. “Quando a gente morava em Florianópolis, todo o final de semana a gente ia para uma praia diferente. A gente se divertia demais, aí meu pai comprou um bote inflável e minha mãe se desesperava porque meu pai é alto e ele ia com a gente até lá no fundo. Mas para a gente, se estávamos com meu pai, estava tranquilo. Isso era todo final de semana, a gente não queria saber de fazer outra coisa a não ser o bote. Meu pai revezava com as filhas, colocava uma e tirava a outra. Foi assim até o bote furar, e também ficamos grandes”, lembram.

Na escola o pai Luiz sempre acompanhou o desempenho das meninas. Exigente, sempre soube impor os limites com amor. “Amar não é só dar as coisas, mas é também dizer não”, complementa a mais velha. Pai de excelentes conselhos, sempre apoiou Dani e Ana nas escolhas, auxiliando nas tomadas de decisões.

“Às vezes eu fico ansiosa por não saber ainda que faculdade quero fazer. Meu pai sempre me apoia, fala para ter calma e me orienta que tudo dará certo. É muito legal isso nele”, avalia Ana sobre a capacidade de apoiar sem limites as filhas.

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Das viagens, talvez a do Beto Carreiro tenha sido a mais emocionante. Somente os três, pai e filhas, não foram nem com hotel marcado. “Foi muito divertido, a gente foi em todos os brinquedos, comemos tudo o que queria, porque não tinha mãe (risos), e na estrada a gente ria de todas as frases de caminhoneiro e nomes engraçados das cidades”, pontua Dani.

“Nesta viagem a gente queria porque queria ir na montanha russa, meu pai disse ‘olha, eu acho que sou muito alto, mas vamos né?’. Me lembro que o cinto ficava muito justo e ele ficou a todo tempo incomodado e sério em todo o percurso”, lembra aos risos a mais nova.

Na última viagem em família, além da mãe Patrícia, o “filhão” foi junto. Assim se refere Luiz ao genro Arthur, recém-casado com Daniela. “Minha irmã Ana ficou até brava e com ciúmes na viagem. O Arthur é o filho que ele não teve”, menciona. “Ele fala assim: o Arthur é um filho para mim”, conta Ana.

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Na sessão de fotos com as filhas e esposa, o comentário que já aguardava: “faltou o Arthur”, disse ele. Uma sintonia com as filhas, Luiz não esconde o amor e carinho com as meninas. A mãe, incentivadora, já avisa: “é sempre assim um grude esses três”.

De todos os ensinamentos que o pai deixou para as filhas, Daniela frisa o mais importante de todos: princípios. “Tem uma passagem bíblica, Provérbios 22:6 que diz: ‘Ensina a criança o caminho que deve andar e ainda quando for velho, não se desviará dele’. Eu vejo que foi o mais importante que meu pai poderia ter feito. Se me falassem para eu escolher alguém para ser, eu diria meu pai”, finaliza.

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Texto: Karine Dias é Assessora de Imprensa da Plaenge Campo Grande.

Fotos: Regina Aoki

 

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(1) Comentário

  • Monique Bastos Rodrigues | 13/08/2016

    Tio Luiz é uma pessoa com um coração enorme e sempre muito amoroso! Amo essa família!