06 | março

Plaenge Abraça | AACC/MS

‘Colocar por entre os braços, junto ao peito.’ Este é o significado da palavra abraçar, que entre os vários sinônimos está o sentido de se envolver, enlaçar, apertar e estreitar.

Fazendo um balanço em mais de três décadas de atuação em Campo Grande, iniciamos com este post uma pequena série intitulada Plaenge Abraça, o qual tem como objetivo confirmar o papel do Grupo Plaenge em participar de forma positiva, apoiando as instituições com as quais tem parcerias.

Em Campo Grande, uma das instituições é a Associação dos Amigos das Crianças com Câncer (AACC-MS). Abaixo você confere um pouco do que foi o bate-papo com Therezinha Selem. Interessados em conhecer mais e ajudar, acesse o site www.aacc-ms.org.br.

Uma história que merece ser contada

A emoção foi grande ao contar um pouco da história da instituição. Therezinha de Alencar Selem, vice-presidente e cofundadora da AACC, se emociona ao relatar fatos decisivos em que a Plaenge e o diretor Edison Holzmann contribuíram com a AACC, para que já tenham alcançado o número de mais de 3 mil pessoas atendidas, desde 1998.

Terezinha

“Nós estávamos na Rua Sebastião Lima atendendo com apenas quatro leitos, e logo no início apareceu o Edison, que trouxe a Plaenge como parceira. Ele foi nosso voluntário, e com a empresa seus próprios funcionários também se colocaram nessa posição. Depois ele fez parte também do conselho, da diretoria. A Plaenge, foi determinante em todos os momentos. Durante o processo de instalar a sede, desenvolver a missão que nos propomos e nos momentos de dúvida, era o Edison que nos aconselhava. Ele com sua expertise empresarial trouxe muitos ensinamentos”, revela Therezinha.

Entre as principais ações de apoio, estão a construção da sede no ano 2000, o financiamento do livro que conta a história da AACC ao completar 10 anos em Campo Grande e as inúmeras festas beneficentes, lembra ela.

Hoje já são 64 leitos que atendem mães e suas crianças ou adolescentes com câncer, todos do interior do estado. Atendimento psicológico, nutricional, enfermagem, brinquedistas e voluntários, são alguns dos profissionais que a entidade disponibiliza para as famílias.

“Quando iniciamos, o índice de cura era baixo e pouco se tinha em registros. Era em torno de 10%. Hoje estamos com a média de 70% de cura, mas continuamos na missão de melhorar ainda mais. Somente em 2018 foram atendidas 485”, aponta a vice-presidente.

Confira o vídeo e compartilhe:

 

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Texto: Karine Dias | assessora de imprensa em Campo Grande, MS.